Eu sou Luciano Tavares, fundador e CEO da Magnetis, e estou aqui para explicar para você como funciona o robô advisor, uma tecnologia que está revolucionando os investimentos dos brasileiros. A Magnetis, aliás, é pioneira nesse mercado no Brasil.

Imagine ter à sua disposição um serviço que reúna no mesmo lugar todas as suas aplicações financeiras. Imagine também que ele monte um plano de investimentos personalizado, já levando em conta as melhores taxas e prazos para o seu perfil de investidor e deixando você livre de qualquer preocupação com essas variáveis.

Assim fica fácil investir, não é mesmo?

Antes de começarmos, vamos recapitular como funciona a consultoria de investimentos, um serviço que o robô advisor automatizou.

Uma pessoa que não tenha muito tempo disponível para administrar suas aplicações financeiras delega essa responsabilidade a um gestor, que vai escolher os melhores investimentos com base no perfil e nos objetivos dessa pessoa.

Há alguns anos, esse tipo de serviço só valia a pena para quem tinha muito dinheiro para administrar, pois os custos de contratar um profissional para cuidar das finanças eram altos.

Porém, com o avanço da tecnologia, foi possível automatizar esse serviço. Hoje, os algoritmos entendem o perfil de um investidor, elaboram um plano personalizado de investimentos, aplicam seus recursos e monitoram o desempenho dessas aplicações.

E o melhor: tudo pode ser feito pela tela do computador ou do smartphone! A comodidade é muito maior.

É o fim da saga de ter de escolher qual é a aplicação que oferece a melhor taxa de retorno com o melhor custo. E mais: sem o risco de conflito de interesses, que faz muita gente pagar mais caro por um produto recomendado por um gerente de banco que só quer bater uma meta.

Apresentando o robô advisor

Se você está procurando a melhor rentabilidade sem abrir mão da segurança, investir com um robô advisor é uma opção interessante.

Além de escolher a alocação ideal de ativos para cada perfil de investidor, sempre respeitando seus objetivos, ele também permite afastar o fator emocional das decisões de investimento.

Assim, mesmo que haja um momento de turbulência no mercado, o investidor não vai sacar tudo o que tem e investir em outra coisa, pois o robô já está cuidando de rebalancear a carteira, se for preciso.

Aqui na Magnetis temos um exemplo prático de como isso funciona. Em maio de 2017, a delação de um executivo do frigorífico JBS contra o presidente da República provocou uma onda de pânico no mercado.

O dólar disparou e a Bolsa caiu tanto que foi preciso acionar um mecanismo de emergência, o chamado circuit breaker. Esse acontecimento afetou profundamente os investimentos das pessoas naquele dia.

Porém, as carteiras de quem investia com a Magnetis nessa época não sofreram um impacto tão grande por causa de nossa estratégia de diversificação. Da mesma forma, quando a Bolsa disparou no trimestre seguinte, foi possível aproveitar com mais segurança boa parte desses ganhos.

Como investir com um robô advisor

Delegar seus investimentos a um robô advisor é um processo simples. O investidor preenche um questionário online sobre seu perfil financeiro, diz quanto dinheiro tem disponível para aplicar e qual é o seu objetivo.

A partir daí, o robô gera um plano de investimento com os ativos adequados ao que esse investidor deseja. Uma conta em seu nome será aberta para a transferência de recursos e esse plano já passa a valer a partir da primeira aplicação.

Pronto! A partir daí, é só deixar todo trabalho difícil para o robô. Ele vai escolher os ativos mais adequados ao perfil do investidor, com a melhor rentabilidade e o menor custo.

Quais são as diferenças entre os robôs?

Assim como cada gestor tem a sua estratégia para alocar ativos, os robôs também têm as suas próprias.

Mas não há fórmulas secretas: o que existem são métodos diferentes de administrar portfólios de investimentos. Esses métodos se baseiam em princípios estudados por economistas, matemáticos e outros especialistas que se dedicaram a essa questão ao longo da História.

Na Magnetis, por exemplo, somos defensores do método da diversificação de carteiras. Ele é baseado na Teoria Moderna do Portfólio, desenvolvida pelo economista Henry Markovitz, que ganhou o prêmio Nobel em 1990 por seus estudos.

Com base nessa teoria, montamos nossas carteiras a partir da seleção de ativos com a menor correlação entre si, de maneira a diminuir o risco para o investidor. Isso faz com que elas sejam mais resistentes a eventuais turbulências no mercado.

 

 

E nós vamos além. No caso dos ativos de renda fixa, optamos por recomendar a nossos clientes investimentos de bancos menores (como CDB, LC, LCA e LCI), que geralmente oferecem uma rentabilidade melhor.

Porém, tomamos o cuidado de não permitir uma alocação superior ao limite assegurado pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC) em caso de falência de alguma instituição financeira. Assim, nenhuma carteira Magnetis terá mais do que R$ 250 mil investidos em títulos de um mesmo banco.

No caso da renda variável, optamos por fazer a diversificação via ETF (sigla em inglês para Exchange Traded Fund). Esses investimentos acompanham o comportamento de indicadores do mercado como o Índice Bovespa e o Índice Small Caps. Os ETFs permitem investir em ações com um custo menor e com uma volatilidade mais controlada.

Se você se interessou em conhecer o trabalho de um robô advisor de perto e na prática, deixo aqui o meu convite pessoal para você testar a plataforma da Magnetis e aproveitar seis meses de isenção na taxa de consultoria.

 

*Luciano Tavares é fundador e CEO da Magnetis. Administrador de carteiras credenciado pela CVM e planejador financeiro CFP ®, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro.

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