Carmen, proprietária do e-commerce Amo Berloque, fala sobre a história do seu empreendimento

Carmen começou sua carreira trabalhando em uma multinacional. Tudo corria bem e ela foi promovida, resolveu se presentear com uma pulseira de berloque (mais do que merecido Carmen!).

O que ela não esperava era que fosse se deparar com preços tão altos. Na época, acabou investindo na pulseira quase dois mil reais. Ao procurar por lojas com preços mais acessíveis e não encontrar, resolveu abrir o e-commerce especializado neste tipo de pulseira e virou uma empreendedora de sucesso.

Vamos compartilhar com vocês um bate-papo que tivemos com a Carmen, dona do e-commerce Amo Berloque, confira abaixo:

Biva: Queremos saber um pouco da sua história e trajetória como empreendedora. Como tudo começou?
Carmen: Comecei minha carreira trabalhando em uma multinacional. Estava tudo ótimo e ganhei uma promoção, aquela que leva tempo e todo mundo espera fielmente. Foi aí que, resolvi me presentear com uma pulseira e alguns berloque. No entanto, a minha surpresa foi o preço, eu não esperava preços tão altos. Na época, achei muito caro e acabei gastando quase dois mil reais.

Eu procurei por lojas com preços mais acessíveis e não encontrei, resolvi abrir o e-commerce especializado neste tipo de pulseira e virei empreendedora.

B: Como foi o começo da sua empresa? Como surgiu a ideia do negócio?
C: No primeiro ano eu trabalhava na empresa, terceirizada e assalariada, e no meu negócio, simultaneamente, mas no segundo ano eu já não conseguia fazer as duas coisas, então deixei a multinacional e fiquei só com a minha empresa.

Demorei dois meses para colocar o negócio no ar, enquanto isso, usei esse tempo para desenvolver os fornecedores e fazer o plano de negócio. Já tinha experiência com marketing, mas não sabia nada de e-commerce. Fiz um curso de e-commerce, depois de um ano, mas no começo eu aprendi com amigos que já tinham lojas virtuais.

Eles [amigos] me ajudaram a escolher a plataforma, mas muito do que eu aprendi foi sozinha. Ficava o dia todo procurando, fuçando, vendo vídeo no YouTube, aprendendo no AdWords, descobrindo sobre Analytics. E, depois de um ano, eu fiz o curso para me especializar. Sou formada em marketing, mas na faculdade você não aprende essas coisas técnicas, do dia-a-dia. Eu tive que aprender, bem espírito de empreendedor mesmo, aprendendo sozinha.

Outlet: marca tem berloques que variam de R$ 7 até R$ 180

B: Então quando você era MEI, tinha contador?
C: Tinha, e ele ajudava. Mas MEI não precisa, né? Mas acho melhor ter. Quando tive dúvidas fui direto para ele. Ou, usava o Google. Eu pergunto muita coisa para o Google. Vejo muito vídeo no YouTube. Mas acho a parte de financeiro um pouco mais sério, sabe? Aí eu prefiro procurar um profissional. Por exemplo, banco nunca me ajudou em nada. Minha experiência com banco é péssima, meu banco é péssimo. Acho que, assim, banco no Brasil não gosta de microempresa. Já tentei, várias vezes, ir lá para tirar uma dúvida que eu tinha e tal, e eles não querem saber. Mando e-mail e meu gerente nem responde. Tem que ligar para fazer a reclamação mesmo. Atendem muito mal pequena empresa.

B: Você já passou por alguma dificuldade financeira?
C: No primeiro ano, era mais fácil, eu trabalhava e tinha meu salário, conseguia sustentar a loja com ele. No segundo ano, já foi um pouco mais difícil, porque já tinha que andar com as “próprias pernas”. A loja foi financiada praticamente toda com meu recurso, tudo que eu tinha, a poupança, todos meus recursos pessoais foram para loja. E aí quando você chega no banco, você não tem recurso quando ainda é pequena. O banco me dava muito mais crédito como pessoa física, do que como pessoa jurídica. Eu nem conseguia cartão de crédito empresarial, usando CNPJ, usava apenas meu cartão de crédito pessoal.

O banco não me deu cartão de crédito para fazer compras para a loja, mesmo com mais de um ano de empresa, e eles sabiam quanto eu faturava, meu contador mandou a declaração de faturamento da minha empresa, na esperança de conseguir um apoio, mas o gerente da minha conta nem respondeu. A única vez que ele me respondeu, foi pra dizer: “É um pouco difícil”. Foi nessa época que procurei a Biva.

Eu precisava financiar o capital de giro para o Natal. Sendo que, era uma empresa saudável, nunca precisou de recurso externo para nada, usei meu recurso pessoal o tempo todo. Só que a expectativa de venda para o Natal mais que dobrou, precisava de capital de giro, e o gerente só falou “ah, é um pouco difícil”, mais nada. Então, pensando em todo esse cenário, conseguir ajuda dos bancos é muito difícil. Já conversei com todos meus amigos que têm empresas, eles também acham que a taxa nunca é muito boa, e sempre tem muita etapa, é muito burocrático mesmo. Eu mandei tudo que ele pediu, imposto de renda, declaração de faturamento, entre outros. Nunca tive resposta!

B: E a gestão das suas finanças no dia a dia?
C: Eu que olho. Agora, mudei de contador porque estou migrando para micro empresa. Eles começaram a pedir nota, também vão fazer o fluxo de caixa e planejamento da empresa. Mas, até agora, era tudo no Excel e eu que fazia. Que dia vai cair tal conta, quanto de gastos, lucro, etc, era um negócio muito louco.

B: Como você aprendeu a fazer isso?
C: Foi na faculdade, tinha finanças I e II. Meu namorado também entende um pouco mais que eu, ele me ajudou a fazer uma planilha de fluxo de caixa, essa é a planilha que usou até hoje. Adoraria ter um aplicativo que deixa tudo mais fácil de preencher.

B: Como você achou a Biva?
C: Não tive resposta do banco e estava chegando Dezembro, mês do Natal. Precisava de capital de giro, e procurei no Google, “financiamento para empreendedor”. E a Biva apareceu, preenchi tudo direitinho, achei muito legal. Já tinha ouvido falar disso fora do Brasil e nem sabia que aqui tinha. No exterior é muito comum, com taxa melhor e tudo mais, a taxa aqui é super alta. Tem vez que o banco quer me cobrar 10% ao mês. Agora que vou virar microempresa, pode ser que o banco me olhe um pouquinho diferente. Mas quando você é MEI… é um horror.

No site da Biva preenchi tudo, um atendente me ligou para confirmar algumas informações, mandei meus documentos, foi super fácil o processo. Vocês fazem uma análise de crédito, que o banco deveria fazer também, né, para ver se está tudo bem com a empresa e as finanças, antes de negar crédito. A entrevista foi tranquila, funcionários simpático e  prestativos, tirei minhas dúvidas de forma rápida e simples. Acabei falando da Biva para meus amigos e eles queriam colocar dinheiro na plataforma também. Eu fiz a maior propaganda para eles. E, eles até se inscreveram na Biva para investir.

B:Você recomendaria a Biva?
C: Recomendaria muito. A taxa é competitiva. Foi o primeiro empréstimo que eu fiz como empresa, e foi melhor do que a proposta que o banco me ofereceu. No entanto, essa “proposta” era como pessoa física, né, pois como pessoa jurídica, usando o CNPJ da minha empresa, eles nem queriam me atender. Achei a taxa competitiva, o processo é simples e seguro, tanto para quem está investindo o dinheiro quanto para quem está solicitando o empréstimo. Eu acabei de pagar a última parcela, que eu peguei para o Natal, e foi útil, meu Natal foi super bom, e eu já quero fazer outro [ empréstimo] porque vai crescer, né?

Quando eu explico aos meus amigos o modelo da Biva, eu sempre falo: “Gente, é super simples, é só ir lá, preencher o cadastro de empresa”, mas a maioria dos meus amigos não são empreendedores, eles têm mais o perfil de investidor.  Além de conseguir o crédito mais barato, deu para “respirar” um pouco, tanto que já está pago.

B: Quais são seus planos para futuro?
C: Hoje trabalhamos no meu apartamento, mas vou abrir um escritório aqui perto, quero ir a pé. A loja tem uma base de aproximadamente 6 mil cliente e muitos pedem outros acessórios. Estamos desenvolvendo um site para vender vários acessórios de prata, dentre eles, brincos, pulseiras, colares. De início, serão dois sites separados, mas vamos aproveitar a base de clientes da Amo Berloque e a identidade que já existe. Já somos bem conhecidas, já temos 100 mil seguidores no Facebook, então vamos crescer e até junho, provavelmente, teremos as duas lojas no ar. Estou também estudando a possibilidade de abrir para revenda, todo dia tem revendedor que liga aqui querendo revender meu produto.

Já conversei com os fornecedores e estou contando com a Biva, nem tentei conversar com o banco, a intenção é pegar um empréstimo para comprar o estoque mesmo. Vamos usar a mesma estrutura do outro site, e vamos focar em ganhar relevância e tudo mais, depois disso, talvez contratar mais pessoas.

B: Tem algo que podemos melhorar?
C: Não, não achei. Achei legal que vocês mandam o e-mail para lembrar de pagar o boleto, tudo bem que já deixei tudo agendado, então recebo o e-mail e já falo, tudo bem, já paguei. Mas acho isso legal, não achei nada ruim! Sempre que eu precisei falar com alguém da empresa para conseguir suporte, consegui falar tranquilamente, acho que vocês estão bem redondos. Se a proposta é mesmo ajudar o empreendedor com uma taxa de retorno melhor para quem está querendo investir, vale muito a pena para os dois lados. Para quem está pedindo, tem muita vantagem, e para quem investe também, porque na poupança não rende nada. É isso.

A Biva acredita nos empreendedores do Brasil e em um economia mais saudável e justa para todos. Conheça mais histórias inspiradoras como a da Carmen clicando aqui e, em caso de dúvidas, deixe seu comentário para gente aqui embaixo.

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