Guilherme, proprietário do Laboratório São Camilo, contou para nós sobre os desafios de empreender em um ramo desconhecido e as vantagens do peer-to-peer lending na sua visão.

Guilherme faz parte do portfólio Sirius com sua empresa de médio porte, Laboratório São Camilo. Com mais de 8 anos de mercado, a clínica não foi seu primeiro empreendimento, para começar este negócio Guilherme contou com o apoio da secretaria da saúde. Hoje com o empréstimo da Biva, Guilherme parte para uma grande expansão com a abertura de uma nova filial. Segundo projeções, até o fim deste ano a clínica deve dobrar seu faturamento.

Prédio unidades do laboratório São Camilo

Laboratório São Camilo

Biva: Queremos saber um pouco da sua história e trajetória como empreendedor. Como tudo começou?

Guilherme: Minha trajetória como empreendedor começou quando eu era bancário, onde atuei muitos anos como Gerente de Empresas. Lá pude vivenciar o sucesso e fracasso de muitos empresários contudo, fiz um raio X dos pontos fortes e fracos de vários clientes e assim iniciei meu primeiro negócio com mais dois primos como sócios. Todos os sócios da empresa tinham um emprego fixo para não depender inicialmente do negócio e após 10 meses, quando começamos a ter retorno financeiro, eu sai do banco e passei a tomar conta da empresa.

Após 15 meses, tivemos alguns conflitos de interesse na sociedade e vendi minha parte para os demais sócios.

B:Como foi o começo da sua empresa? Como surgiu a ideia do negócio?

G: Após ter vendido minha parte da empresa de transportes, identifiquei um potencial para um novo ramo de atividade, apesar de não ter nenhuma experiência no ramo de análise clinica, aproveitei o fato do meu cunhado estar desempregado e resolvi montar este novo negócio, antes de efetivamente abrir, recorri a prefeitura da cidade juntamente com meu cunhado e mostrei nosso plano de negócios, com o apoio da secretária de saúde, demos início a abertura da empresa.

Toda parte administrativa/financeira/RH era gerenciada por mim, enquanto o meu cunhado Bioquímico de profissão gerenciava a parte clínica da empresa. Agora em março completamos 8 anos de experiência no ramo e iniciamos 2017 com uma grande expansão, abrimos uma nova filial.

B: O que fez você recorrer a Biva?

G: Conheci a BIVA através de uma matéria e então recorri a ela pela simplicidade e agilidade nos processos para obtenção de crédito. Como empreendedor, acredito que da mesma forma que os proprietários de grandes empresas não ficam em filas de bancos, o pequeno empresário também não pode perder seu tempo com filas, uma vez que ele é ainda responsável por boa parte das atividades diárias do negócio.

A BIVA foi uma forma pratica, rápida e transparente para obtenção de crédito. Em questão de minutos e dentro do seu próprio negócio você faz a solicitação, anexa os documentos exigidos e acompanha todo o processo, sem perder tempo com filas de agências bancárias. 

B: Qual a maior dificuldade que a Biva resolveu?

G: A BIVA me ajudou a comprar os equipamentos para abertura das filiais do meu negócio com credito a uma taxa justa e sem burocracia, hoje já tive um crescimento em 30% no faturamento e segundo projeções até o fim do ano devo chegar a 50%.

B: E qual a maior dificuldade de empreender no Brasil pra você?

G: Burocracia, com agentes fiscalizadores, encargos trabalhista elevados e falta de comprometimento das entidades públicas, bem como Instituições Financeiras, ANVISA e Prefeituras.

B: Se você pudesse dar uma dica para quem está começando ou passando por um momento difícil no seu negócio, qual seria?

G: Verificar novas oportunidades para melhoria do negócio, trabalho duro e redução de despesas. Outra coisa importante, temos que reclamar menos, trabalhar e agradecer mais.

Somos um País continental, e existem muitos lugares com grandes oportunidades de negócio mas falta mão de obra qualificada, por isso, temos que sair da nossa zona de conforto e verificar os lugares que somos realmente importantes e necessários, muitas vezes, mudar de cidade e região é a solução para uma nova vida. 

Importante frisar, que acima de tudo não podemos nos aventurar, então para quem está começando procura investir no ramo que possui experiência/conhecimento, acredito que isso já representa 30% do sucesso do negócio, os demais 65% estão no trabalho duro e capital, e 5% na sorte. 

B: Quais são seus planos para futuro?

G: Crescer de forma sustentável, gerando valores que motivam colaboradores e bons exemplos para os seus filhos.

B: Empreender é:

G: Trabalhar, acreditar e motivar.

B: Por meio do empréstimo colaborativo da Biva, pessoas investiram no seu negócio e assim você pode alcançar mais este objetivo. O que você gostaria de falar para esses investidores?

G: Quando investimos, queremos retorno, diferentemente de aplicar dinheiro em instituições financeiras, o retorno financeiro para o investidor é maior, como também o risco…. porém, o risco é reduzido e o investidor tem acessos aos portfólios e empresas que estão investindo, assim além da análise feita pela BIVA ele também pode verificar informações da empresas, assim aumentando a confiança no investimento.

Outro fator importante, no Brasil as pessoas dão valores a grandes empresas, assim, recursos subsidiados e créditos baratos são direcionados para essas grandes empresas, deixando o pequeno e médio empresário com empréstimos a juros altos, cheque especial e tudo mais, levando essas empresa ao fracasso.

Agora o investidor que acredita na BIVA, acredita em um país para todos, deixando o país competitivo e sustentável.

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