Gabriela, proprietária da LAGOA | A, fala sobre o seu sonho de empreender e como a experiência de empréstimo na Biva ajudou nesta conquista

Gabriela Bonomi desde muito cedo já tinha sangue de empreendedora, ou melhor, de estilista, mesmo sem saber disso ela já vendia pulseiras de miçanga para amiguinhas na escola e sucos dentro do próprio condomínio. Durante a faculdade de design de moda a chama do empreendedorismo ganhou força e o sonho da sua marca própria já era praticamente uma realidade.

As peças da LAGOA | A, marca que vende roupas com conceito diferenciado, são feitas para comunicar e integrar São Paulo e Rio de Janeiro. A empreendedora busca aliar de forma harmônica o dia-a-dia contemporâneo e artístico da capital paulista com as belezas naturais da cidade maravilhosa.

Quer saber mais sobre a trajetória dessa empreendedora e como montar um negócio do zero, além de incorporar diferentes costumes regionais em um único negócio, veja abaixo:

BIVA: Gabi, queremos saber um pouco sobre sua história e trajetória como empreendedora. Como tudo começou?

Gabriela: A LAGOA | A ficou no papel sendo trabalhada durante um ano. Fizemos um business plan muito detalhado, estudamos todas as concorrentes, o mercado de moda no Brasil e nosso público. Sem pressa para abrir e começar a produzir, afinal, não tínhamos capital investido. Mas a vontade de ver a LAGOA | A sair do papel era imensa. Investimos o primeiro capital e aí sentimos qual seria o ritmo de administrar uma marca.

Como sou formada em design de moda, tinha pouco conhecimento em administração e muito conhecimento em construção de coleções. Já tinha os meus contatos na área e, assim que acertamos tudo, já começamos a produzir a coleção que havia construído. Gastamos todo nosso aporte inicial para desenvolver a produção da peça piloto, em seguida a produção do mostruário, compra antecipada dos tecidos, construção do site e equipe de marketing. Ficamos aflitos mas era o esperado, fazia parte do nosso planejamento. Então conseguimos nosso segundo investimento, pela Biva, que nos deu suporte financeiro para continuarmos com o trabalho.

B: Você já passou por alguma dificuldade financeira?

G: Claro. Estou no início da minha “vida adulta”, o esperado é passar por alguma dificuldade financeira nesse começo, ganhar dinheiro com o passar do tempo e me estabilizar financeiramente e/ou ganhar cada vez mais. É um processo bem orgânico.

B: Como você faz a gestão das finanças no dia-a-dia?

G:Contratamos um contador para a gestão da parte burocrática da empresa, mas quem cuida das finanças da LAGOA | A no dia-a-dia sou eu. Para conseguir me organizar e deixar tudo em dia uso o Quickbooks Zeropaper. Dificilmente usamos o Excel para esse tipo de coisa. Cadastramos todas as nossas despesas fixas e variáveis desde a abertura de nossa conta no banco e obtemos relatórios extremamente detalhados e mandamos isso para o contador avaliar e finalizar burocraticamente. É incrível poder usar a tecnologia a nosso favor, principalmente com as finanças de uma empresa.

B: Na sua opinião, qual a maior dificuldade para se empreender no Brasil?

G: Além da dificuldade para encontrar um crédito com taxas justas, a maior dificuldade foi começar. Falar para sua família e amigos que você resolveu empreender ao invés de ter uma rotina fechada e receber um salário mensal em uma empresa que não é sua. “Nossa, mas você tem certeza?”, “Não é muito arriscado?”, “Como você vai conseguir dinheiro para abrir sua empresa?”, “E se você quebrar?”, “Eu não tenho coragem!”, foram frases que ouvi assim que resolvi virar empreendedora. E o melhor de tudo, é que eu tinha uma resposta clara, segura e bem resolvida para todas essas questões!

B: Como você aprendeu a fazer isso?

G: Desde que soube que queria ser estilista eu tinha a mesma certeza de que queria ter a minha própria marca algum dia. Quando eu era criança, fazia pulseirinhas de miçangas e vendia para minhas amigas na escola. Aos finais de semana, fazia uma barraquinha e vendia sucos naturais que eu mesma batia no meu liquidificador de plástico da Eliana na área de lazer do prédio em que morava. No quintal da casa dos meus avós, eu pendurava nos varais todos os desenhos e pinturas que eu fazia e cobrava uma taxa para minha família conhecer minha exposição de arte. Já na faculdade, criei uma série de 100 brincos e consegui vender todos eles. Acho que empreender já estava dentro de mim. Agora adulta, aprendi de verdade o que é empreendedorismo com meu namorado (que também é meu sócio). Ele estuda administração no Insper e também trabalha diretamente com empreendedorismo. Ele foi lapidando e aperfeiçoando o meu lado empreendedora/administradora. Na verdade, ele faz isso todos os dias e eu acho ótimo. É incrível o quanto um bom planejamento, seja ele financeiro ou não, pode fazer por uma pessoa/empresa.

E-commerce LAGOA | A

B: Você recomendaria a Biva?

G: De olhos fechados! Recomendo a Biva para todo mundo que vem falar comigo e me pergunta sobre como comecei a minha empresa. Durante o último ano tive oportunidade de conversar com muitos na equipe da Biva e eles são incríveis, sempre me ajudaram quando precisei, trabalham duro e o mais incrível – amam o que fazem e abraçam a causa da Biva com o coração. Acho que esse é o segredo de uma empresa de sucesso.

B: Quais são seus planos para futuro?

G: Fazer a LAGOA | A crescer, trabalhar com outros produtos além da roupa e empreender fora do Brasil.

Se interessou pela história da Gabriela e pensa em empreender? Nossa dica é: vá em frente! Precisamos de bons empreendedores no Brasil e nós, da Biva, adoraríamos contar a sua história aqui.  Conheça outras histórias e inspire-se! 
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